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JOGO DA AMARELINHA,2025 arte contemporânea

Nos trabalhos que proponho, começo por sondar um sentimento, que não é só meu, de um dilema da relação com a cidade: daquele sentir-se impelido a ir embora, mas não ir. Será que vou? Será que fico? A maritaca e o bate-estaca, o sabiá e a moto que sobe a ladeira, o metrô e a praça, construção e destruição.  Formalmente esse "jogo" se coloca no amarelo, cor que  remete  às faixas sinalizadoras, que podem tanto ser usadas como condutora de fluxos, assim como limitadoras de espaços.

Exploro também a relação entre linguagens como o desenho e a pintura, o figurativo e o abstrato, imagem e os títulos para os quais usei frases  recolhidas de publicidades de empreendimentos imobiliários. 

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